24/06/2016 – TV VK RIO – NOTÍCIAS


  • 24 jun 2016

Preso por estupro, Jobson está em cela com mais 16

Ex-atacante do Botafogo é preso acusado de abusar de quatro meninas de 12 a 14 anos, em sua chácara, no Tocantins

Ex-mulher de Jobson, com quem tem um filho, Thayane Freitas foi surpreendida pela prisão do jogador. Ela mora no Distrito Federal e estava no trabalho quando soube do episódio. Agora, pretende manter a criança, de 6 anos, longe da escola pelos próximos dias, com medo de que algo aconteça:

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— É um baque, né? Temos um filho pequeno, que não entende isso. Tenho medo que ele sofra algum problema, porque acusar o pai dele de estupro é muito forte. Não vou levá-lo à escola. As pessoas são ruins, não sei o que vão falar para ele.

Casada cinco anos com Jobson, Thayane revelou que conversou com o jogador na véspera da prisão, e que os dois pensavam em reatar o relacionamento. Ela confirmou a existência da chácara.

DÍVIDA COM ADVOGADO
Jobson ainda deve cerca de R$ 10 mil ao advogado Rogério Mercedes, que o tirou da prisão em julho de 2015. Na ocasião, o atleta foi detido por dirigir embriagado e desacatar um policial.

 

  • 24 jun 2016

Mais dois PMs são mortos a tiros, um deles numa UPP

Equipe em que estava o PM foi atacada por bandidos. Um morador também morreu

Atacado por criminosos quando patrulhava uma localidade no Jacarezinho, o sargento B Eric Rosário, de 34 anos, morreu ao ser atingido por um tiro. Um comerciante também foi morto na ação. Em Guaratiba, um outro sargento PM foi fuzilado. Um policial militar e um comerciante morreram, ontem, durante um tiroteio entre policiais e bandidos, na Favela do Jacarezinho, na Zona Norte do Rio. O sargento PM Ericson Gonçalves Rosário, de 34 anos, estava em um carro da PM, junto com outros policiais, quando foi baleado na cabeça, na localidade conhecida como Garganta. Uma das balas perdidas atingiu ainda Manoel Marcelo Avelino, que passava pelo local. Ele ainda foi levado com vida para o Hospital municipal Salgado Filho, no Méier, onde já deu entrada morto.

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FABIANO ROCHA Vidros quebrados no BRT: nenhum passageiro foi atingido

O tiroteio ocorreu pouco depois das 11h. Ericson, que é lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) de Manguinhos, patrulhava a divisa das favelas de Manguinhos e do Jacarezinho.

Homens que estavam em um telhado de uma fábrica dispararam contra os policiais e houve tiroteio. O PM também foi levado para o Salgado Filho, mas não resistiu aos ferimentos. Ele estava na corporação há 14 anos.

O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, classificou a morte do policial como um ato de terrorismo.

— O sargento Ericson Rosário foi vítima de um ato de terrorismo. Uma torpe emboscada sem chance de defesa. O objetivo destas tocaias praticadas em comunidades, onde se busca um projeto de paz, é criar a cultura do terror, do medo. Devem ser tratadas como terrorismo, pois atentam contra a vida, contra as instituições e contra o Estado. É preciso recuperar o caráter exemplar e pedagógico da lei, que, infelizmente, não é mais temida pelo crime — disse ele.

 

  • 24 jun 2016

Tiroteio na Maré impede inauguração em vila olímpica

A reinauguração da reformada Vila Olímpica Mané Garrincha, no Caju — cuja obra foi patrocinada pela Nike — estava marcada para quarta-feira, às 10h.

Todos estavam empolgadíssimos com a festa — anunciaram até a presença do presidente da empresa de material esportivo.

Essa parceria entre a Nike e a Secretaria municipal de Esportes, amplamente alardeada, inclui a reforma de todas as vilas olímpicas, com uniformes novíssimos para os professores, etc…

Faz parte do legado olimpíco. Tudo lindo até que…

A festa foi cancelada, na última hora, porque houve um intenso tiroteio de manhã.

 

  • 24 jun 2016

Preso por fraude no BRT já tinha passagens por ser cambista

Acusado de chefiar esquema em Madureira responde a processos como cambista

Os três homens presos na quarta-feira, na estação Mercadão Madureira do BRT, por policiais do 9º BPM (Rocha Miranda) que os flagraram tentando aplicar golpes na bilheteria, foram soltos no mesmo dia. Eduardo Mendes Souza, Everton da Silva Mendes e Leandro Wagner Uchôa Aquino, conhecido como Monstrinho, foram levados à Central de Garantias Norte, na Cidade da Polícia. Em depoimento, os PMs que conduziram os presos afirmam que os ouviram gritando, na estação: “BRT aR$3”. O valor é R$ 0,80 mais barato do que a tarifa regular. Mas a delegacia classificou o fato como atípico, ou seja, não previsto no Código Penal.

Apontado como líder do esquema de fraudes — que, segundo o consórcio, há quatro meses vem lucrando com a bilheteria do BRT —, Monstrinho responde a quatro processos na Justiça por venda ilegal de ingressos para eventos esportivos por preço superior ao estampado no bilhete.

O golpe consiste em vender bilhetes por um preço mais barato usando o cartão de funcionário de seguranças que trabalham no BRT.

Após o EXTRA denunciar o golpe, ao flagrar a fraude na estação da Zona Norte, há duas semanas, o delegado titular da 29º DP (Madureira), Niandro Ferreira, abriu um inquérito para investigar o caso. Ontem, o delegado afirmou que vai comparar as fotos dos acusados com as imagens das câmeras de segurança do BRT e ouvir os PMs que conduziram os três suspeitos à delegacia.

Em nota, o consórcio diz que comunicou o problema aos órgãos competentes: o 9º BPM, a 29ª DP, a Secretaria estadual de Segurança e a Secretaria municipal de Transportes. Para não atrapalhar as investigações, o BRT não quis informar o número de funcionários afastados por envolvimento com a fraude. O consórcio ressalta que tem se colocado à disposição da polícia para colaborar.

 

  • 24 jun 2016

Hotel mais caro na Olimpíada do que no carnaval

Média das tarifas durante os Jogos ficou em R$ 943. Nos dias de folia, foi de R$ 718

PREFERÊNCIA Barra da Tijuca é o bairro preferido por turistas que procuram estadia no Rio

O preço médio dos hotéis de até duas estrelas, no Rio, durante a Olimpíada, ficou mais caro se comparado com a cobrança no carnaval. Durante os Jogos Olímpicos, a diária ficou em R$ 943. No período de folia deste ano, a média não passou de R$ 718 (diferença de 31,33%). Os dados são do site Trivago, que compara tarifas de hotéis online. No domingo de carnaval, a tarifa média chegou a R$ 1.052.

— Diante da pressão de uma Olimpíada, a variação de 20% até 25% é plenamente razoável. Mais do que isso deve ser observado. Teremos o maior evento esportivo do mundo, com mais 90% de ocupação — disse Alfredo Lopes, presidente da Associação Brasileira de Indústria de Hotéis no Rio.

Durante o evento esportivo, as datas que registraram mais buscas foram entre os dias 12 e 14 de agosto, quando ocorrerão as provas de atletismo. O segundo período mais popular cai entre os dias 19 e 21 de agosto, já na reta final da competição, enquanto que o terceiro mais procurado ocorre entre os dias 5 de agosto, data da cerimônia de abertura dos Jogos, e o dia 7. A tarifa mais baixa é a do dia 21, em hotel de até duas estrelas, por R$ 876.

JOGOS DOS ‘HERMANOS’

A pesquisa verificou também aumento na busca de argentinos e uruguaios por hotéis no Brasil para a Olimpíada. Fora do período do evento, a consulta é de 15%. Para os Jogos, a procura subiu para 25%. Austrália, Suécia, Dinamarca e Estados Unidos registraram o maior aumento de interesse no Brasil durante o evento. Com muitas competições na região, cerca de 74% dos turistas escolheram a Barra da Tijuca como bairro preferido.

 

  • 24 jun 2016

INFÂNCIA ROUBADA

A rotina de meninas que vivem na casa onde X. foi acolhida para superar o vício nas drogas

Apenas 15% das meninas têm família próxima: criar rede de apoio é fundamental

Aos 13 anos, L. ainda brinca de bonecas. Parece querer recontar a infância perdida nas ruas. Na Casa Viva, instituição que abriga adolescentes usuárias de drogas, os relatos de violência, abuso sexual e abandono convivem com chupetas — há meninas de 13 anos que ainda usam objetos para bebês —, corações desenhados nos cadernos e sonhos comuns a jovens da idade, como ser aeromoça. Foi à instituição que X., vítima de estupro coletivo em maio, no Morro do Barão, na Zona Oeste, chegou no dia 5 de agosto de 2014 conduzida por um oficial de Justiça e a mãe. Ficou apenas dois dias.

Entre as dez meninas que hoje vivem na Casa, onde são desenvolvidos trabalhos para ressocialização e melhora da autoestima das jovens, o caso de X. é uma exceção. Para a maioria, as paredes do casarão situado na região da Penha (X. foi abrigada na sede de Jacarepaguá, hoje desativada), significam proteção. E a família que jamais tiveram. Só 15% das meninas relatam vínculos familiares. Entre períodos de abstinência e recaídas nas drogas, Y., de 15 anos, já vive há três anos na casa, como chama a instituição. Para as assistentes sociais, se passasse todo esse tempo nas ruas, talvez não tivesse sobrevivido.

Sua história resume o calvário das meninas que hoje circulam entre as bocas de fumo das favelas, vulneráveis à violência e ao abuso sexual. Fumou maconha pela primeira vez aos 6 anos. A droga foi dada pelo irmão, de 18. Sua primeira relação sexual aconteceu aos 9. Y. relatou ter sido abusada sexualmente dentro de casa e obrigada a se prostituir. Hoje, na escola, ela tenta reconstruir sua adolescência. Está namorando. Mas sem relações sexuais.

— Aos 6 anos, eu já usava loló. Ficava andando pelos becos e os bandidos me mandavam voltar pra casa. Hoje, nem faz mais efeito. Com meu namorado, só ficamos. Ele senta do meu lado. Damos beijinhos — conta, ensaiando um sorriso infantil.

Do que mais sentiram falta em toda a vida?

— Atenção, tia. Atenção da minha mãe. Mas não quero falar disso não — diz outra menina.

 

Cofre cheio, de real em real

Esquema envolvendo crédito consignado de servidores teria desviado R$ 100 milhões

Ex-ministro Paulo Bernardo (PT) foi preso na Lava Jato, acusado de desviar até R$ 100 milhões de servidores. SÃO PAULO – O ex-ministro Paulo Bernardo, marido da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), foi preso ontem, em Brasília, acusado de se beneficiar de um esquema de propinas que movimentou R$ 100 milhões, de 2010 a 2015. O petista, que foi ministro do Planejamento no governo Lula e comandou o Ministério das Comunicações no governo da presidente afastada Dilma Rousseff, é suspeito de ter recebido R$ 7 milhões em propina da Consist, escolhida em 2009 para gerir o crédito consignado dos servidores federais.

Bernardo, segundo as investigações, teria recebido o dinheiro de um escritório da advocacia de Curitiba (PR), que pagou empregados, alugueis de lofts e serviços jurídicos eleitorais. A investigação sobre Gleisi, que tem foro privilegiado, está no Supremo Tribunal Federal (STF).

Na ação, batizada de “CustoBrasil”, a Polícia Federal (PF) revelou um esquema articulado, em 2009, no Ministério do Planejamento, que envolveria, além de Paulo Bernardo, dois extesoureiros do PT: João Vaccari Neto, já preso, e Paulo Ferreira, um dos 11 que tiveram prisões preventivas decretadas.

Juntos, eles teriam orientado a contratação da Consist, que passara a cobrar um real de cada prestação de empréstimo paga por servidores. Os investigadores afirmam que apenas R$ 0,30 correspondia ao custo dos serviços. O restante — R$ 0,70 — referia-se a propina. Do dinheiro desviado, um terço ia para o grupo de Paulo Bernardo, que incluía funcionários de segundo e terceiro escalões, e dois terços abasteciam o PT. O esquema — revelado com a ajuda do ex-vereador de Americana (SP) Alexandre Romano (PT), preso na Lava Jato — teria ido desfeito em agosto de 2015. Da parte que cabia ao PT, ele ficava com 10%.

Romano disse que Vaccari determinava a divisão da propina. A parte que cabia ao partido era paga a empresas de fachada ou a indicados por ele. Entre os beneficiários estariam o site Brasil 247, do jornalista Leonardo Attuch, alinhado com o PT, e a Focal Comunicação Visual, que prestou serviços à campanha da Dilma, em 2014. Os repasses ao partido também teriam sido feitos por meio da Jamp, do lobista Milton Pascowich, que depositou R$ 120 mil ao Brasil 247.

A ação de ontem visava a cumprir 11 mandados de prisão preventiva, 40 de busca e apreensão e 14 de condução coercitiva.

 

  • 24 jun 2016

Romário é acusado de trocar voto

Indignada com a indicação de Rosinha da Adefal à Secretaria da Pessoa com Deficiência, a deputada federal Mara Gabrilli disse, ontem, que a nomeação foi um acordo do Planalto com o senador Romário, em troca do voto dele no impeachment de Dilma Rousseff. A nomeação saiu no Diário Oficial da União de segunda-feira, como revelou o colunista Lauro Jardim, do “Globo”. “Depois de dizer que poderia votar a favor de Dilma, foi ao Planalto, esteve com o presidente Temer e pediu o cargo. Logo depois, como recompensa, a indicada dele se torna secretária”, acusou Mara, que é cadeirante. Romário declarou: “Não ataco quem é do meu time. Hoje, jogo do lado de todos aqueles que atuam em favor das pessoas com deficiência”.

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